Fátima Vale foi a poeta convidada para a 43ª edição do ROMP (Recitais Ociosos do Musas | Poesia), realizada na noite do dia 27 de fevereiro de 2026.
Poeta e criadora cénica, “nasceu engolindo o que a gerou e passou a vida a expelir o que a afoga. Ainda acredita na arte como prática de libertação”.
No diálogo com a autora, esta falou da sua profunda ligação ao teatro, da sua obra cénica e poética, dos seus projetos ,e ainda da sua história, desde a Namíbia onde nasceu, em Oshakati (13 de dezembro de 1975), até à sua passagem na infância por Izeda, onde a marcou muito a figura do seu professor anarquista (Armando Veiga). Fátima Vale cria agora sonhos e inquietações coletivas com o projeto que desenvolve na Livração (Marco de Canavezes, a caminho de Amarante).
Enquanto poeta, entre outras obras, é autora de “Azimute”, “’spabilanto”, “colostro das vitórias”, “OBUS”, “A Vertigem das Coisas”.




