Feliciano de Mira – nome incontornável da poesia visual portuguesa – dinamizador do único certame dedicado à poesia visual, já na sexta edição – o EV.EX – Évora Experimental –, foi a figura do ROMP #45, realizado no passado dia 26 de junho.
Autor sem regras, trabalhando em registos tão diversos como o texto, a imagem, o som, Feliciano de Mira vai experimentando todas as formas de expressão que a sua imaginação abarque.
Autor de livros de poesia e ensaio, entre os quais “Quaternu d’Aistétiké 1” (1999), “Benédiction” (2006), “Hotel Siesta” (2017), “Camponesa com a Cabeça de Deus ao Colo” (2017), “Ao Correr do Olhar – Contributos para uma Epistemologia Poética” (2019) e “About Lines” (2025).
Da sua demanda mais recente surgiram obras como “A Nuvem do Infante Ancorado” (Licorne, 2026), as paisagens sonoras de “Quando o Som nos Indica o Caminho” (2026), “Evanescências” (Edições Subjetivas, 2026), a cocoordenação da revista “Crocodarium” n.º 6 (Cascais, 2026).
Coordena a EV.EX.- Évora Experimental,desde 2019.
Da conversa no Musas sobressai o desafio e interrogação que nos lançou: Pode fazer-se poesia sem texto? E sem imagens? E sem…?
ROMP – Recitais Ociosos do Musas | Poesia



